#4Recepção Sala Vazia – Alexandra Martins

Programação

> 15 abr

 

ABERTURA DE PROCESSO CRIATIVO

Terra Fértil – Alexandra Martins/BA

A obra é uma dança para os mortos e surge da necessidade de recordar a morte daquelas pessoas que perderam suas vidas em decorrência da violência estruturante da nossa sociedade. Para tanto, colo sete velas nas minhas costas e danço ao som de um atabaque. Há a necessidade do estar em movimento onde esse corpo tenta se manter “vivo” para não sucumbir à dor, para não cair no esquecimento.

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É por meio dessa energia que me movimento influenciada do efeito de sete velas acessas que estão coladas nas minhas costas. Apresentada desde 2016, essa dança-ritual surge da necessidade de recordar a morte daquelas pessoas que perderam suas vidas em decorrência da violência estruturante da nossa sociedade.

Num mundo cujas manifestações de homofobia, machismo, racismo, especismo, capacitismo e entre outras opressões. Parecem ter cada vez mais menos importância no cotidiano das pessoas, podemos inferir que há um batalhão de mortos em amnésia. Daí a necessidade desse corpo estar sempre em movimento, para que as lembranças dessas mortes estejam ativas, para não sucumbirem à dor e não cair no esquecimento.

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A artista abre sua estadia na residência convidando a cidade para uma conversa sobre seu projeto enquanto cozinha uma moqueca de banana da terra.

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Mateus Fazeno Rock

 

 

Mateus Fazeno Rock é um projeto que vem sendo desenvolvido desde o inicio 2018. É um Rock de Favela com influências do grunge, pós punk e ainda atravessado por gêneros como rap, dub/reggae, funk nacional, techno brega. Em dezembro de 2018 iniciou a produção do seu primeiro álbum. Traz composições suas e parcerias com Caiô e Nego Célio; Nesse show Mateus experimenta algumas das músicas que farão parte desse álbum, produzido por  Rami Freitas  que o acompanha tocando guitarra e executando os beats, Eric Lennon (Baixista da Banda Lascaux) recentemente também interage e contribui com essa parte do processo. É uma troca de ideia sobre questões sociais e raciais, tendo Fortaleza como cenário e o Rock como linguagem.

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